Chico Buarque

Ele é mundialmente reconhecido como um grande compositor. De uma família mais que conhecido, seu pai foi companheiro escolar de todos nós. Chico Buarque de Holanda, carioca de 1944 não pode apenas ser classificado como compositor. Apesar de ser esse seu mais reconhecido talento, Chico também é cantor, autor e dramaturgo.

Sua carreira teve início na década de 60 quando venceu o Festival de Música Popular Brasileira, em 1966 com A Banda, interpretada por Nara Leão. A música empatou com Disparada, de Geraldo Vandré. No ano seguinte, consagrou-se mais uma vez, com Roda Viva. Em 1968, sua vitória não foi bem aceita pelo público. Pra não dizer que não falei das flores de Geraldo Vandré, ficou com o segundo lugar, mas ganhou moralmente, de acordo com o público. Com apenas três anos de carreira, Chico se auto exilou na Itália, devido às pressões impostas pelo então regime militar.

Com uma extensa discografia, Chico também tem uma extensa produção para teatro e literatura. No teatro, foi o responsável pelas músicas dos Saltimbancos e de Morte e Vida Severina, baseada no livro de João Cabral de Melo Neto. Também para teatro escreveu Roda Viva, Gota d´Água, Calabar e a Ópera do malandro. Na literatura, Chico é o autor de Estorvo, Budapeste – ganhador do Prêmio Jabuti em 2004 – e Benjamim que foi aos cinemas em 2003 com Cléo Pires, Danton Mello e Paulo José.

Por falar em filmes, Chico foi o responsável pela trilha sonora de diversos deles como Quando o carnaval chegar, Vai trabalhar vagabundo, Se segura malandro, os saltimbancos trapalhões, Bye Bye Brasil, Dona Flor e seus dois maridos, entre outros.

Porém, o grande elemento de sua carreira é realmente a música. Maior letrista do país, Chico soube compor uma serie de canções com profunda mensagem política sem perder qualidade musical como Construção e a aclamada Cálice, sucesso em dueto com Milton Nascimento. A forte crítica pode ser notada também em cenas de peças como Gota d´Água e Roda Viva.

Mas é com seu intenso eu feminino que Chico cativa seu público. Mulheres de Atenas, Com açúcar e com afeto, Olhos nos Olhos, Teresinha e com destaque para a minha favorita, O meu Amor, cena da Ópera do Malandro.

P.s. Post integralmente dedicado ao MEU AMOR, Érica Chaves!

One response

  1. erica

    vc me faz ter curiosidade, atençao, saudade, alegria, me faz chorar antes mesmo que a marieta termine de dizer “o meu amor”, sentir muito a sua falta, lembrar dos bons momentos, te admirar e rir de novo!
    é, acabei de definir uma pessoa que ama muito um outro bem especial: você!
    te amooo!

    18/06/2008 às 11:02 AM

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s