Corra Lola, Corra

O que cinema alemão diz para você, leitor desse mal freqüentado blog? Nada? Quase nada? Para alguns mais cults talvez até venha a mente Leni Riefenstahl, a célebre documentarista de Hitler. Mas o fim do século XX trouxe uma verdadeira revolução no cinema alemão. Uma revolução com um filme apenas. Os nomes diretamente ligados (imediatamente alçados ao estrelato), Franka Potente e Tom Tykwer, atriz e diretor do sucesso Corra Lola, Corra.


Lançado em 1998, a película conta a corrida da jovem Lola para conseguir 100 mil marcos e salvar a vida de seu namorado, Manni. A personagem tem que correr muito para encontrar seu pai, um banqueiro, e conseguir esse dinheiro em vinte minutos. Ok, mas cadê a genialidade desse filme? Assista. E veja essa mesma história três vezes, cada uma deles bem diferente por pequenos detalhes que vão acontecendo.

Mas todas elas com uma direção afiada, edição extremamente ágil, uma trilha sonora provocante que nos instiga a ficar agitados com a agitação da protagonista. Esses são os elementos que fizeram de Corra Lola, Corra um marco na história alemã e européia. Essa situação banal, da mudança de um farto refletindo no presente foi bastante reproduzida no cinema, com destaque para o chato Efeito Borboleta do igualmente chato Ashton Kutcher. Melhor que explicar, vejam um trecho. E assistam que vale demais a pena.

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