Os Normais 2

Crítica – Os Normais 2
A primeira vez que ouvi falar de Os Normais 2, a primeira coisa que pensei foi o motivo de se lançar uma continuação tantos anos depois. O primeiro dos filmes derivado da série veio em 2003. Assistir ao filme, porém, não me trouxe nenhuma resposta para a questão.
O filme, mais uma vez as confusões do casal Rui e Vani, nada mais é do que uma sucessão de participações que pseudo-emendam uma história – ops, isso é um filme da Xuxa. O enredo: Com treze anos de noivado, Vani decide apimentar a relação, propondo um ménage a trois para Rui. A partir disso, eles passam uma noite inteira nessa busca. Cada pessoa avaliada, porém é uma sucessão de constrangimentos. Drica Moraes, Danielle Suzuki, Dani Winits, Alinne Moraes, Cláudia Raia, entre outros, fazem participação e, no máximo, arrancam umas leves risadas.
Mas afinal, qual o grande erro: o excesso de confiança. A dupla Fernanda Young e Alexandre Machado – roteiristas da série e dos filmes – é boa. A dupla Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães, idem. Tem como dar errado? Tem. O primeiro filme veio na esteira do fim da série, que deixou muita gente órfã e representou uma nova chance para o público. O que esqueceram, porém, é que o tempo passa e novos humores surgiram. O resultado é, infelizmente, a sensação de que Rui e Vani são personagens datados. O público poderia passar sem essa e ficar com as boas lembranças.

A primeira vez que ouvi falar de Os Normais 2, a primeira coisa que pensei foi o motivo de se lançar uma continuação tantos anos depois. O primeiro dos filmes derivado da série veio em 2003. Assistir ao filme, porém, não me trouxe nenhuma resposta para a questão.

O filme, mais uma vez as confusões do casal Rui e Vani, nada mais é do que uma sucessão de participações que pseudo-emendam uma história – ops, isso é um filme da Xuxa. O enredo: Com treze anos de noivado, Vani decide apimentar a relação, propondo um ménage a trois para Rui. A partir disso, eles passam uma noite inteira nessa busca. Cada pessoa avaliada, porém é uma sucessão de constrangimentos. Drica Moraes, Danielle Suzuki, Dani Winits, Alinne Moraes, Cláudia Raia, entre outros, fazem participação e, no máximo, arrancam umas leves risadas.

Mas afinal, qual o grande erro: o excesso de confiança. A dupla Fernanda Young e Alexandre Machado – roteiristas da série e dos filmes – é boa. A dupla Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães, idem. Tem como dar errado? Tem e deu. O primeiro filme veio na esteira do fim da série, que deixou muita gente órfã e representou uma nova chance para o público. O que esqueceram, porém, é que o tempo passa e novos humores surgiram. O resultado é, infelizmente, a sensação de que Rui e Vani são personagens datados. O público poderia passar sem essa e ficar com as boas lembranças.


Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s